30 de maio de 2010

Já não sou quem era


Já não sou quem era
Meus sonhos não são iguais
Já não sou quem era
A hora é sincera
E eu sinto que me estou a agitar

Já não fico à espera
Já não fico à espera mais
De ver acender
Essa luz que me quer ofuscar

Já vejo com os meus olhos
Já vejo sem me deslumbrar
Já vejo as limitações
Já vejo com os meus olhos
Já vejo sem enganar
Perdi as ilusões
Conheço as limitações

 
by: António Variações

2 comentários:

Cátia disse...

Oias!
É um poema lindo, que fala (no meu entender) do amadurecimento que todos vamos sofrendo ao longo da vida. Porem apesar de perder-mos as tais ilusões (provavelmente desproporcionadas) que o poema fala nunca devemos perder a capacidade de sonhar e a esperança de que os nossos sonhos vão tornar-se realidade. São sonhos mais reais, menos conto de fadas mas são sonhos e é a eles que nos devemos agarrar.

izzie disse...

É o 1º passo, o que permite começar o caminho... mesmo que depois pelo meio venham alguns tropeções... :)
Já eu ando numa de fechar os olhos, estou cansada...

Beijinho,